24 de mai. de 2009

100%

- Sem gás!
- Só por isso! Uma bebida?
- Um pouco antes, talvez!
- Quando?
- Tinha a impressão de conhecer!
- Então foi aí – um rosto comum!
- Não! Depois eu tive a impressão contraria (uma apatia)...
- Não foi na viagem?
- Foi um pouco alí sim!
- Quanto?
- Uns 20%!
- E quando aumentou?
- Na segunda-feira!
- Porque na segunda?
- Pq foi um acaso!
- Você vai mesmo acreditar nisso!?
- Não! Mas você pode encontrar uma pessoa por acaso, e pensar:

“okay, ele nem me viu”- quando na verdade ele não só te viu, como já está se aproximando e puxando assunto
ou sentir uma alegria imensa, seguida por um sorriso irresistível.
- Clichê!
- mas real!
- E depois?
- Aqui volta pro "sem gás"!
- Tá! Quanto até aí?
- Não sabia! Ainda não tinha me dado conta!
Quanto?
- Uns 45%
Depois veio uma coincidência, o humor, a paciência, a criatividade...

Uns 80% acho!
- Quando completou?
- No adeus - foi espontâneo e engraçado! Eu não sabia que era um adeus, por isso foi bom! Parecia que era um começo cheio de probabilidades!
- E agora?!
- um outono... sem porcentagens!

avesso


- Diferente!
- O quê?
- Ele, sem o rosto pintado...
Não gosto!
- Do rosto?
- Não, da barba!
- é ... como reconheceu ele?
- A barba!
- E o rabo?
- Dele?
- Não, o rabo de cavalo - como amarra o cabelo!
Gosta?
- Gosto, desgrenhado!
- Vai falar com ele?
- no show!
- De amanhã?
- Não, prefiro ele no show!

2 de mai. de 2009

Inóspito



Sem gosto, sem cheiro!


Quando não tá muito quente, tá muito frio!

Me aborrece!

- "Me vê um pão na chapa!" (Me agrada mais...)


self-service (segundo a internet) - serviço próprio, ou de si.



Descreve a prática de serviços em estabelecimentos comerciais que não são prestados por empregados mas sim efetuados - em partes ou completo - pelos próprios clientes ou consumidores, com a intenção de baixar custos ou alcançar uma melhor disponibilidade no mercado (Glossary, 1997 e Self, 2009).


- Ou seja, no bom português, você sai para almoçar faz um trabalhinho, pega uma fila e por fim paga por isso!


A prestação de serviços self service é encontrado frequentemente em restaurantes (como comida por quilo).

Vantagens na aplicação de serviços self service:


- Existe?


Pode proporcionar um nível de serviço mais elevado, originando um menor tempo de espera do cliente e transações mais rápidas. Consequentemente, a satisfação do cliente será maior. Permite um melhor aproveitamento do tempo dos empregados, ficando estes com maior disponibilidades para clientes ou serviços mais específicos


- Alguém já foi beneficiado no self service com alguma destas possibilidades?


-Só não fico à esperar pq não dá, afinal é um serviço próprio "do it yourself".









18 de abr. de 2009

Vila do Chaves... lá no trabalho


vaidade

s. f.

1.
Qualidade do que é vão, inútil, sem solidez nem duração.
2. Fatuidade; ostentação.
3. Vanglória.
4. Futilidade.


A vaidade vicia.

“Tudo que é sem fim não é fonte de felicidade por que não sacia nunca”

Flavio Gikovate – Café Filosófico – TV Cultura

5 de abr. de 2009

zapeando por aí...



O que dizem sobre o livro:

"O que têm em comum Os Simpsons, ética, 24 horas e "o bem e o mal"? Segundo Rowlands, é estreita a relação entre seriados de TV e os conceitos filosóficos. De forma envolvente, o autor faz um contraponto entre os principais filósofos (e suas respectivas teorias) e as principais séries americanas, resultando num texto instigante, inteligente e divertido."

O que o livro diz sobre Seinfeld:

"Seinfeld - Sob o subtítulo de “a melhor série de TV sobre o nada”, Seinfeld é a melhor representação da cultura individualista que caracteriza o mundo que vivemos. As ironias e os descasos para com outros de Jerry, George, Cosmo e Elaine colocam em questão se eles são representações do ser humano individualista ou diretamente egoísta."
Onde eu entro nessa história...

Na década de 90 em quanto eu ainda usava meu caderno de caligrafia, Seinfeld começava a fazer sucesso e Rowlands nem sonhava em escrever esse livro, eu aprendia a diferença entre o ponteiro grande e o ponteiro pequeno do relógio.
Essa diferença que me despertou interesse foi por uma razão, escolher o horário que queria ver TV - ainda que não fosse Seinfeld já nasciam os sinais do individualismo!
Quando eu vi o título deste livro me lembrei desta situação. Não o li inteiro ainda, só o capítulo do Seinfeld, achei interessante.

Hoje o aspecto é outro, os minutos que eram longos e me faziam esperar, hoje são cronometrados. A precisão do ponteiro pequeno já não me prende em frente a TV.

Sem tempo para assistir meu programa - ainda que não seja o favorito, e sem tempo para assistir o “favorito” ainda que não seja meu!

6 de mar. de 2009

Cotidiano

Frans de Waal reconhece que, no começo, deixou-se levar "pela suposição ingênua de que a comunidade dos chimpanzés fosse governada pela força". Mas aprendeu com ela que a força era só "um dos fatores", e "não o determinante", no exercício de autoridade. O que contava mesmo era manter a cadeia de suserania e vassalagem na qual, "se A saúda B durante certo tempo, B jamais saudará A".

revista piauí - edição 30 - março 2009